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Renda fixa: vale mais investir em índices ou escolher um vencimento específico?

Desde o final do ano passado os investidores passaram a ter acesso a ETFs atrelados à NTN-B com vencimento específico. Essa foi mais uma inovação que o mercado brasileiro passou a abrigar. E com isso fica o questionamento, qual escolha faz mais sentido para o investidor: a exposição diversificada aos índices ANBIMA, por exemplo, ou a exposição a um vértice específico?

Vamos ver o que os especialistas Danilo Gabriel e Leonardo Vasques, da XP Asset, nos explicam sobre isso.

Itaú Asset assume a pole position no segmento de ETFs no Brasil

A Itaú Asset desbancou a Blackrock e passou a ocupar o primeiro lugar no ranking de volume sob gestão na categoria de ETFs. A casa superou recentemente a barreira dos R$ 30 bilhões, o que corresponde a quase 30% de toda indústria.

Vale recordar que a gestora é pioneira no assunto fundos indexados. Em 2004, a Itaú Asset lançou o primeiro ETF do Brasil, PIBB11, ETF que replica o IBrX-50 e que segue sendo negociado até os dias de hoje.

Leia a matéria completa para saber mais detalhes sobre esse marco alcançado pela gestora.

Renda fixa: vale mais investir em índices ou escolher um vencimento específico?

Nos últimos dois anos houve um volume bem expressivo de lançamentos de ETFs no Brasil e boa parte dos novos produtos foram para a classe renda fixa. Recentemente, os investidores passaram a ter a possibilidade de investir por meio de ETFs focados em títulos públicos de vencimento específico.

E daí diante das opções que já existiam no mercado e das novas estratégias, fica o questionamento: o que vale mais a pena: exposição diversificada através de índices, como os da ANBIMA, por exemplo, ou exposição a um vencimento específico?

No artigo de ontem, recebemos Danilo Gabriel e Leonardo Vasques para explicar melhor as nuances de cada exposição e o que o investidor precisa saber para escolher o que mais se adequa ao perfil e aos objetivos.

Na semana passada aconteceram duas edições do Bloomberg Market Briefing: ETF Trends aqui em São Paulo. Evento realizado em parceria com a Buena Vista e com a XP Asset, trazendo perspectivas e projeções para a indústria de ETFs ao redor do mundo.

Fonte: Bloomberg

O mercado global de ETFs não para de crescer. Os ativos sob gestão já ultrapassam US$ 15 trilhões e a projeção é chegar a US$ 35 trilhões até 2035, com CAGR estimado de 10% ao ano.

Só em 2025, mais de 1.000 novos ETFs foram lançados nos EUA, com crescimento líquido superior a 700 fundos. Um recorde histórico que reforça a expansão contínua da indústria.

Para o mercado brasileiro, os números também são bem interessantes. De acordo com o último relatório da B3, o número de investidores em ETFs ultrapassou a marca de 830 mil e o patrimônio total da indústria chegou a R$ 113 bilhões, alta de 100% em comparação com o mesmo período do ano passado.

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Redação tudoETF

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