Não há nada de errado na média

Danilo Moreno traz uma reflexão valiosa em seu artigo de estreia: “Não há nada de errado na média". O especialista da Investo traz fatos e dados que mostram a dificuldade de se alcançar o famoso alfa do mercado e como os ETFs podem agregar valor com a sua simplicidade.

Além disso, comentamos sobre o ETF DAY no Rio de Janeiro e vamos trazer o fechamento de abril pela lente dos ETFs.;

O investidor está entendendo que não existe ETF só de renda variável

Por muito tempo o mercado brasileiro teve a sua indústria de ETFs focada em estratégias de renda variável. O primeiro ETF do Brasil foi o PIBB11, ETF da Itaú Asset que replica o IBrX-50, e desde o seu lançamento outras estratégias chegaram, mas ainda assim, na categoria de Renda Variável, tais como BOVA11, DIVO11, IVVB11, SMAL11.

Só que recentemente as estratégias de Renda Fixa começaram a entrar em cena. Vieram os ETFs de Tesouro Selic, ETFs que dão exposição a uma cesta de títulos públicos atrelados à inflação. Nasceram os ETFs híbridos de LFT e NTN-B, os ETFs de letra financeira e hoje na B3 existe até mesmo um ETF de renda fixa com pagamento de renda passiva.

O mercado brasileiro está se dando conta que o ETF é um veículo, uma forma de acessar uma determinada classe. E a Renda Fixa tem sido o principal motor de captação nos últimos meses. Dados da DEX mostram que no acumulado do ano, os ETFs registraram uma captação líquida de R$ 11 bilhões. Destes, R$ 9,7 bilhões foram para ETFs de renda fixa, o que corresponde a 88% do fluxo total.

“Não há nada de errado na média”

O ser humano vive de comparações. O mercado financeiro, evidentemente, não foge muito disso. Muitos investidores ainda gastam tempo, energia (e dinheiro) tentando achar o trade milagroso, a ação que vai ser a próxima Magalu, ou o investimento que vai superar o CDI todos os meses.

Estudos, como o relatório SPIVA, mostram que nem mesmo a maioria dos gestores profissionais, com toda a experiência, conhecimento, equipe de análise e terminais caríssimos, conseguem superar consistentemente o mercado.

Em sua coluna de estreia, Danilo Moreno, coordenador de research na Investo, traz uma reflexão com fatos e dados para os investidores sobre ter um resultado que acompanhe a média de mercado. Na maioria dos casos, esse resultado vai ser melhor do que a tentativa de alcançar o famoso alfa.

“Nenhum time ganha só com um craque: a lógica para os ETFs”

Estamos num ano de Copa do Mundo e como sabemos, o futebol é um jogo de equipe. Podemos ter alguns craques que despontam, mas o coletivo tende a fazer muita diferença e é o que permite que um time ganhe um campeonato.

A lógica no mercado financeiro é bastante semelhante. Não existe aquele ativo vencedor, “o craque isolado”. O que permite um resultado mais satisfatório é uma diversificação entre classes. Cada ativo (e daí trazendo para o nosso universo de ETF) vai ter uma função na carteira. ETF de renda fixa tem um papel diferente de um ETF de Equity Brasil, que por sua vez, difere de um ETF setorial ou temático.

Em sua coluna de estreia, Clayton Rodrigues, head de fundos indexados na Bradesco Asset, abordou uma montagem estruturada de uma carteira com ETFs e qual papel de cada classe na carteira do investidor.

Clique aqui para ler o artigo completo.

ETF Day Rio: o passado e o futuro da indústria brasileira de ETFs

Na semana passada, 28/04, aconteceu o ETF DAY Rio de Janeiro. Um evento promovido pela B3 que reuniu gestoras, o BNDES e a CVM para comentar sobre avanços e perspectivas para a indústria local de ETFs.

O consultor CVM Leandro Barros foi o correspondente da TudoETF por 1 dia e reuniu algumas percepções, reflexões e dados divulgados pelos painelistas.

Veja os principais insights sobre o evento clicando aqui.

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Redação tudoETF

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