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Estoy Aquí: agora o investidor brasileiro consegue acessar o mercado colombiano de ações.

Estivemos na cerimônia de Ring the Bell do mais novo lançamento da Global X que vai permitir exposição ao mercado acionário da Colômbia.
Além disso, trazemos alguns fatos e dados sobre o BOVA11, comentamos sobre a última semana no mercado através das lentes dos ETFs e levantamos a seguinte provocação: investir em ETFs virou moda?
BOVA11 é um dos ativos mais negociados da Bolsa em 2026.
No primeiro trimestre do ano, o maior ETF de renda variável do Brasil rompeu a marca de R$ 1 bilhão em volume financeiro médio diário. Para colocar em perspectiva: se fosse uma ação comum, o BOVA11 seria hoje o quarto ativo mais negociado da B3, ficando atrás de nomes como Petrobras, Vale e Itaú.
E um dos motivos para essa atração de capital é justamente a liquidez que o ETF permite. Num cenário de alta volatilidade global e incertezas, estar exposto a um ativo de liquidez alta permite ao investidor uma movimentação mais rápida para entrar ou sair do ativo.
Além disso, o BOVA11 é uma ferramenta versátil onde o investidor pessoa física e o investidor institucional conseguem acessar e pagar isso um preço bastante alinhado ao valor patrimonial da cesta (Ibovespa nesse caso). Isso porque o ETF conta com um participante chamado formador de mercado, que atua promovendo liquidez e reduzindo as distorções de preço ao longo do pregão.
Estoy Aquí: B3 abre as portas para o mercado colombiano.
A B3 passou a listar o COLO39, ativo inédito que oferece exposição direta ao mercado acionário da Colômbia para o investidor brasileiro. Na semana passada, a Global X realizou, na B3, a cerimônia de Ring the Bell para celebrar o lançamento do novo ETF global.

O lançamento representa uma nova ferramenta de diversificação geográfica na América Latina, possibilitando a alocação em uma economia emergente com dinâmicas próprias, sem a necessidade de contas internacionais.
Estivemos no evento de lançamento e mais detalhes podem ser vistos clicando aqui.
Investir em ETF virou moda?
O assunto ETF está realmente em alta e os números da B3 sustentam essa percepção. Entre janeiro de 2025 e março de 2026 a quantidade de ETFs disponíveis aumentou em 70%. No período de março de 2025 a março de 2026 o patrimônio líquido dos ETFs dobrou, saindo de pouco mais de R$ 50 bilhões para superar a marca de R$ 100 bilhões.
Mais que modismo, o investidor tem adotado os índices como um "motor flexível" de alocação. Os ETFs são veículos de acesso a diferentes classes e que possuem alguns pilares interessantes: custos reduzidos, acesso a uma estratégia de forma mais simples, transparência e a facilidade de diversificação.
Além disso, vemos uma evolução da indústria. Os ETFs que até tempos atrás eram muito mais voltados para Renda Variável, agora têm recebido a atenção da Renda Fixa. No acumulado do ano, cerca de 90% do fluxo de captação dos ETFs locais foram direcionados para ETFs de Renda Fixa. Hoje o investidor conta com inúmeras possibilidades de exposição à classe através do veículo ETF.
Vamos acompanhar!
Como cada classe está se comportando? Os ETFs vão te contar.
Na nossa Leitura de Mercado da semana, analisamos uma forte mudança de rota: ativos de risco e criptomoedas sofreram o impacto das incertezas, enquanto a Renda Fixa se consolidou mais uma vez como o porto seguro dos investidores, atraindo uma captação bastante expressiva.
Quais ETFs lideraram a performance na semana? Como o capital está se movimentando?
Descubra o cenário completo de 14/05 a 21/05 através das lentes dos ETFs e saiba como a diversificação é fundamental para o seu portfólio.

Se você ainda não assistiu, clique no link.
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Redação tudoETF