Cobre: o metal que move a nova economia

Flavio Vegas explica a dinâmica atual de oferta e demanda do cobre e como os investidores podem se expor ao metal. Mergulhamos também nos aprendizados do Z-Summit e comentamos sobre expansão da prateleira de ETFs com IVWO11, XBCI11 e XSPI11.

Mercado de ETFs segue bastante aquecido e vamos para mais uma pílula de notícias e insights.

Investo lança estratégia focada em países emergentes

A gestora lançou recentemente o IVWO11, ETF que permite exposição em países emergentes, tais como China, Taiwan, Índia, entre outros. Ao todo o IVWO11 concede exposição a cerca de 6.000 negócios, distribuídos em mais de 20 países.

Fonte: Site da gestora

De acordo com a gestora, um dos diferenciais do IVWO11 é a diversificação cambial, tendo em vista a distribuição entre moedas e países.

Leia a matéria completa para saber mais detalhes sobre essa nova estratégia que chegou na B3.

Cobre: o metal que move a nova economia

Você já parou para pensar que a transição energética e a revolução da Inteligência Artificial dependem, literalmente, de um único metal?

O cobre deixou de ser apenas uma commodity industrial básica para se tornar o protagonista da "nova economia". Seja na fiação de veículos elétricos, na infraestrutura de energia renovável ou nos robustos sistemas de resfriamento de data centers, o cobre é o condutor indispensável desse futuro.

Em sua coluna de estreia, recebemos Flávio Vegas, da Global X, para o discutir o cenário atual de oferta e demanda de cobre e como que os investidores podem fazer tipo de alocação no seu portfólio.

Estivemos no Z-Summit, o maior congresso para jovens do Brasil

No último sábado aconteceu, em São Paulo, a quinta edição do Z-Summit, o maior congresso para jovens no Brasil. Estivemos presentes no evento e a mensagem central foi clara: em um cenário de volatilidade extrema e tensões geopolíticas, o maior risco para o investidor não está no mercado, mas no seu próprio comportamento.

Especialistas reforçaram que a tentativa de "adivinhar" o tempo certo de entrar ou sair de um ativo pode custar caro para o patrimônio no longo prazo, transformando um retorno sólido em prejuízo.

Nesse contexto de incerteza e busca por eficiência, os ETFs ganharam destaque como os "blocos de construção" ideais para o portfólio moderno. A discussão girou em torno de como esses veículos facilitam a diversificação com baixo custo, permitindo que o investidor foque na sua estratégia e no controle emocional em vez de se perder em narrativas passageiras de redes sociais.

Da esquerda para direita: Fernando Bueno, Bruna Marcelino, Henrique Colla e Clayton Rodrigues

Soltamos uma coluna exclusiva com os principais insights do evento. Clique aqui para ler o material completo.

R$ 2,3 bilhões e contando…

Dados da DEX mostram que a captação dos ETFs de renda fixa segue pujante em 2026. Até o dia 23/04, segundo os dados de fluxo da DEX, o volume captado nos ETFs de renda fixa era de aproximadamente R$ 2,3 bilhões, superando em quase 6x o montante captado pelos ETFs de ações (Brasil e internacional).

A classe Renda Fixa tem atraído a atenção dos investidores (e dos gestores). Não à toa, segundo matéria divulgada no Valor Investe, de 16 ETFs lançados esse ano, 12 são de Renda Fixa.

Ou seja, a indústria que começou focada em Renda Variável e seguiu assim por bons anos, hoje vê uma discussão e lançamento cada vez maior de estratégias de Renda Fixa.

Assista a última leitura de mercado através das lentes dos ETFs.

Ontem foi dia de ETF…

Aconteceu ontem a cerimônia de Ring the Bell dos novos ETFs de resultado impulsionado lançados pela Buena Vista. XBCI11 e XSPI11 que permitem exposição ao Bitcoin e ao S&P 500, respectivamente, se juntam à família de ETFs com índices providos pela DEX.

Na visão de Ricardo Schneider, sócio da DEX, estes dois ETFs chegam para marcar a evolução do mercado brasileiro. Segundo ele, os ETFs nascem para permitir aos investidores exposição em estratégias mais sofisticadas, com a simplicidade e facilidade de acesso que os ETFs conseguem promover.

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Redação tudoETF

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