A volatilidade pode ser sua aliada

Samir Kerbage, CIO da Hashdex, em sua coluna de estreia traz uma reflexão sobre volatilidade. Será realmente que ela é inimiga do investidor? O executivo comenta sobre o primeiro trimestre para os ativos digitais e como a volatilidade pode ser útil para capturar o potencial de retorno deste mercado.

Além disso, comentamos sobre o mais novo lançamento da XP Asset e como tem sido o perfil de captação da indústria local ao longo de 2026.

Mais um ETF de Renda Fixa nasceu

XP Asset lança o sétimo ETF em 2026 focado em títulos prefixado. O PREX11 é o novo ETF da casa que replica o IRF-M P2, índice da ANBIMA, uma cesta que reune LTN (Tesouro Prefixado) e NTN-F (Tesouro Prefixado com Juros Semestrais).

O novo produto nasce com cota por volta de R$ 50 e com taxa de administração de 0,15% ao ano. Além disso, vale reforçar as outras vantagens que os ETFs de renda fixa oferecem:

  • Ausência de IOF e come-cotas;

  • Em função do prazo médio de carteira, a alíquota de imposto de renda é de 15%, independente do tempo de resgate;

  • Liquidez D+1;

  • Retenção de imposto na fonte no caso de ganho de capital, ou seja, o investidor não precisa emitir DARF na venda com lucro de um ETF de renda fixa.

E por falar em Renda Fixa…

87% do fluxo do ano foi para ETFs de Renda Fixa

Brasil é o país da Renda Fixa e a indústria brasileira de ETFs tem voltado bastante a atenção para esta classe. Os gestores tem optado por lançar (e o texto acima é um mais exemplo disso) novos veículos para exposição nessa categoria.

Exposição numa cesta diversificada de títulos públicos de inflação, prefixados. ETFs com mix de LFT com NTN-B longa, de vértice específico de Tesouro IPCA. Até mesmo ETF de renda fixa com pagamento de provento já existe. Enfim, hoje, o investidor brasileiro pode contar com diversas opções de ETFs de renda fixa.

E os dados de fluxo mostram que esta classe tem atraído bastante atenção dos investidores. De acordo com o Relatório Semanal de Fluxos da DEX, a captação dos ETFs de Renda Fixa responde por cerca de 87% do fluxo total no acumulado do ano.

No vídeo de leitura de mercado através dos ETFs você consegue ver mais detalhes sobre performance dos principais setores e como foi a captação da semana.

“A volatilidade pode ser sua aliada”

O primeiro trimestre de 2026 foi bastante conturbado para diversas classes em função de todas as incertezas a nível global. E sendo assim, ativos digitais tiveram seus dias de estresse, amargando quedas bastante expressivas.

Área verde: Tensões entre Eua e Irã. Área lilás: Choque Kevin Warsh. Área azul: Guerra entre EUA/Israel e Irã. Fonte: Hashdex

Mas será que a volatilidade é um problema para o investidor? Será que nesse momento de forte estresse, a volatilidade não abre um espaço para oportunidades?

É justamente esta reflexão que Samir Kerbage, CIO da Hashdex, abordou em sua coluna de estreia na TudoETF. O executivo aborda fatos e dados sobre o primeiro trimestre dos ativos digitais e mostra a importância do rebalanceamento nesses momentos de maior histeria de mercado.

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Redação tudoETF

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