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A próxima década está na inovação e o Brasil ainda investe no passado

Na newsletter dessa semana trouxemos a nova coluna de Danilo Gabriel, gestor na XP Asset, que comenta sobre uma estratégia pouco explorada pelos investidores brasileiros pensando em exposição ao mercado americano.
Além disso, comentamos sobre o crescimento dos ETFs de Renda Fixa nos últimos anos e a pesquisa da BBH que mostra os principais motivos para Investidores escolherem um ETF.
Faça uma ótima leitura!
“A próxima década está na inovação e o Brasil ainda investe no passado”
Em sua coluna mais recente para a TudoETF, Danilo Gabriel, sócio e gestor na XP Asset, abordou sobre o Nasdaq-100, uma forma de acessar o mercado americano que poucos investidores brasileiros acessam.
Além disso, o gestor da XP Asset comenta sobre as diferenças entre o Nasdaq-100 e o Ibovespa. O NASDAQ-100 passa por constantes renovações, a fatia de Tecnologia e Comunicação subiu de 59% para 69% na última década. Já o Ibovespa, segundo Danilo, faz o caminho oposto: em torno de 56% está na “velha economia” e com nomes que permanecem. Um índice promove os líderes do futuro; o outro preserva os incumbentes do passado.
Por fim, Danilo comenta sobre o nível de exposição do investidor brasileiro ao Nasdaq-100. Segundo os dados, o investidor brasileiro acaba se expondo muito mais ao S&P 500 do que ao Nasdaq-100, mesmo que o último apresente historicamente um retorno superior.

Fonte: XP Asset
Clique aqui para ler o artigo completo.
ETF de Renda Fixa cresce 10 vezes em seis anos
A indústria de fundos de índice focados em renda fixa registrou uma expansão expressiva no mercado brasileiro, multiplicando seu tamanho por dez nos últimos seis anos, saindo de R$ 4,8 bilhões em 2020 e chegando em R$ 50 bilhões neste ano.
Esse avanço consolida a categoria como uma alternativa robusta aos canais tradicionais de alocação de baixo risco. O veículo tem atraído capital ao oferecer vantagens estruturais de custo e diversificação quando comparado com fundos DI e com a negociação direta de títulos públicos.
Um dos principais diferenciais competitivos reside na eficiência tributária do modelo de carteira dos ETFs de renda fixa, que são isentos da cobrança semestral de come-cotas e de IOF em resgates de curtíssimo prazo. Adicionalmente, fundos com prazo médio de títulos superior a 720 dias asseguram a alíquota mínima definitiva de 15% de Imposto de Renda no momento da venda das cotas, independentemente do tempo de permanência do investidor no papel.
Veja a matéria completa clicando no link.
O que os investidores buscam na indústria de ETFs?
A pesquisa global de investidores de ETFs da Brown Brothers Harriman revelou que a estratégia do produto, a liquidez e os custos de negociação continuam sendo os critérios mais importantes para os alocadores. O desempenho histórico e o tamanho do fundo foram apontados como menos relevantes, uma vez que o processo de seleção prévia das plataformas já filtra os produtos elegíveis.

Fonte: 2026 Global ETF Investor Survey da Brown Brothers Harriman (BBH)
O estudo destaca que 63% dos investidores pretendem ampliar o número de gestoras em suas carteiras nos próximos meses. Além do produto, o mercado demanda serviços de valor agregado, como assessoria de portfólio, atendimento ao cliente e relatórios de análise.
Como obstáculo para maior adoção, os entrevistados indicaram a necessidade de melhores ferramentas de análise e maior educação financeira.
Veja o estudo completo clicando aqui.
Como cada classe está se comportando? Os ETFs vão te contar.
Na nossa Leitura de Mercado da semana, mostramos que nessa semana as nossas referências de Equity Brasil tiveram uma semana bastante ruim, refletindo a preocupação com a política monetária após reunião do Copom.
De acordo com os dados da DEX, a indústria local de ETFs registrou captação líquida de R$ 237 milhões, com destaque mais uma vez para Equity.
Saiba mais através das lentes dos ETFs, apresentamos o cenário completo de 11/06 a 18/06.

Se você ainda não assistiu, clique no link.
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Redação tudoETF